Dayvison Santos
Design, Internet e Comunicação
Design, Internet e Comunicação
13 nov 09
Vi esse Artigo no Blog do Ecommerce e achei muito interessante.
Código aberto – Selo Open Source Initiative
Atendendo a algumas solicitações que apareceram principalmente na série de artigos sobre lojas virtuais grátis, demos uma pesquisada e trixemos uma explicação bem completa sobre o que vem a ser open source, filosofia de criação para plataformas de e-commerce como a osCommerce e a Magento entre tantas outras. Como ninguém nasce sabendo e saber não ocupa espaço, ai vai.
O termo código aberto, ou open source em inglês, foi criado pela OSI (Open Source Initiative) e refere-se a software também conhecido por software livre. Genericamente trata-se de software que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation, inspiradas no projeto Debian, nomeadamente em “Debian Free Software Guidelines (DFSG)”. Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto (Open Source), a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua apresentação; Enquanto a FSF usa o termo “Software Livre” envolta de um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo “Código Aberto” sob um ponto de vista puramente técnico, evitando (propositadamente) questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI com o objetivo de apresentar o software livre a empresas de uma forma mais comercial evitando o discurso ético.
A história do movimento Open Source confunde-se com as origens do UNIX, da Internet e da cultura “hacker” embora não tenha nada a ver com más intenções, muito pelo contrário.
O rótulo “Open Source” surgiu em uma reunião em fevereiro de 1998. Tal debate juntou personalidades que se tornaram verdadeiras referências no que diz respeito ao Open Source, como Todd Anderson, Chris Peterson (Foresight Institute), Jon “Maddog” Hall e Larry Augustin (Linux International), Sam Ockman (Silicon Valley Linux User’s Group) e Eric Raymond. Uma turma bem descolada e todos eles geniais.
Como a diferença entre os movimentos “Software Livre” e “Código Aberto” está apenas na argumentação em prol dos mesmos softwares, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla “FLOSS” (Free/Libre and Open Source Software).
Os defensores do movimento Open Source sustentam que não se trata de algo anticapitalista ou anarquista, mas de uma alternativa ao modelo de negócio para a indústria de software. O modelo colaborativo de produção intelectual oferece um novo paradigma para o direito de autor. Algumas grandes empresas como IBM, HP, Intel e Dell também têm investido no software de código aberto, juntando esforços para a criação do Open Source Development Lab (OSDL), instituição destinada à criação de tecnologias de código aberto.
A definição do Open Source foi criada pela Open Source Iniciative (OSI) a partir do texto original da Debian Free Software Guidelines (DFSG) e determina que um programa de código aberto deve garantir:
Distribuição livre – A licença não deve restringir de nenhuma maneira a venda ou distribuição do programa gratuitamente, como componente de outro programa ou não.
Código fonte – O programa deve incluir seu código fonte e deve permitir a sua distribuição também na forma compilada. Se o programa não for distribuído com seu código fonte, deve haver algum meio de se obter o mesmo seja via rede ou com custo apenas de reprodução. O código deve ser legível e inteligível por qualquer programador.
Trabalhos Derivados – A licença deve permitir modificações e trabalhos derivados, e deve permitir que eles sejam distribuídos sobre os mesmos termos da licença original.
Integridade do autor do código fonte
A licença pode restringir o código fonte de ser distribuído em uma forma modificada apenas se a licença permitir a distribuição de arquivos patch (de atualização) com o código fonte para o propósito de modificar o programa no momento de sua construção. A licença deve explicitamente permitir a distribuição do programa construído a partir do código fonte modificado. Contudo, a licença pode ainda requerer que programas derivados tenham um nome ou número de versão diferentes do programa original.
Não discriminação contra pessoas ou grupos
A licença não pode ser discriminatória contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas.
Não discriminação contra áreas de atuação
A licença não deve restringir qualquer pessoa de usar o programa em um ramo específico de atuação. Por exemplo, ela não deve proibir que o programa seja usado em um empresa, ou de ser usado para pesquisa genética.
Distribuição da Licença
Os direitos associados ao programa devem ser aplicáveis para todos aqueles cujo o programa é redistribuído, sem a necessidade da execução de uma licença adicional para estas partes.
Licença não específica a um produto
Os direitos associados ao programa não devem depender que o programa seja parte de uma distribuição específica de programas. Se o programa é extraído desta distribuição e usado ou distribuído dentro dos termos da licença do programa, todas as partes para quem o programa é redistribuído devem ter os mesmos direitos que aqueles que são garantidos em conjunção com a distribuição de programas original.
Licença não restrinja outros programas
A licença não pode colocar restrições em outros programas que são distribuídos juntos com o programa licenciado. Isto é, a licença não pode especificar que todos os programas distribuídos na mesma mídia de armazenamento sejam programas de código aberto.
Licença neutra em relação a tecnologia
Atualmente muitas plataformas de e-commerce são desenvolvidas nesta filosofia. Clique aqui e conheça algumas.
11 nov 09

O 14º EDTED acontecerá neste sábado (14/11/2009) aqui em Recife, e como sempre eu estarei lá, pois esse evento abre a mente e te dá novas perspectivas do mundo web. Esse ano terá o dobro do número de palestras e com opções de tecnologia e design, todos voltados pra web é claro.
Até o ano passado esse encontro era chamado de encontro de webdesigners, e eu participei dos três últimos anos. Em 2006 até uma camisa oficial do Brasil eu ganhei no sorteio, foi o ano que teve a palestra do luli, e esse ano tem de novo. Fiz até o mapa das palestras que assistirei.
4 nov 09

Com a preocupação com o meio ambiente vem grandes ideias, algumas delas nunca sai papel, mas essa se tiver que sair do papel continuará no papel, pois se trata de um laptop feito de papelão.
A idéia do designer Je Sung Park da Yanko Design, tem um conceito interessante de fácil troca dos componentes recicláveis, e até certo ponto viável devido a grande capacidade das novas tecnologias em diminuir o tamanho dos componentes. Sem previsão de lançamento esse pode ser um dos equipamentos mais revolucionários do mundo moderno.
Eu fico imaginando… Esse negócio “sai do papel” e se torna real, seria fantástico. E o melhor é que se ele começasse a dar problema você amassava ele e jogava no lixo sem ter remorso nem preocupação com o meio-ambiente, é um caso a se pensar…
2 nov 09
Desenvolvido com uma das melhores e mais sofisticadas ferramentas para Blog, o Blog/Site do Bueno vem com um visual simples, e uma gama de músicas imensa, todas as músicas estão disponíveis para ouvir e baixar totalmente grátis aos interessados em música popular nordestina. Também você verá muitas informações e curiosidades, a agenda do cantor, o perfil, a discografia completa e como entrar em contato com ele para agendar shows ou mesmo trocar alguma idéia.
O que mais chama a atenção nesse projeto é deixar na mão do cliente o poder de atualizar as páginas e o conteúdo do site e ainda ter a possibilidade de mandar informações para o seu público e ter o contato direto com seus fãs, amigos e interessados em sua música.
Visitem o site e confiram os trabalhos do Cantor e compositor.
30 out 09

O Flex morde, arranha ou belisca?
Todo mundo fala em Flex, mas tem muita gente que não sabe muito bem para que ele serve. Eu era um desses, mas agora eu sei o que é o flex!
Veja a visão geral da wikipedia:
“É possível verificar que as aplicações feitas em Flash oferecem ao usuário uma experiência muito mais robusta, na qual a produtividade é envolvida pela facilidade de uso e interatividade em tempo real, impossível conseguir no HTML. Desenvolver aplicações ricas com o Flash para programadores de aplicações tradicionais torna-se de início estranho, pois o Flash trabalha com uma linha do tempo (timeline) que facilita o trabalho dos designers, mas pode confundir programadores iniciantes nesta ferramenta. O Flex remove esta barreira, fornecendo aos programadores um novo caminho de desenvolvimento de RIAs, buscando prover um fluxo de trabalho e um modelo de programação que seja familiar aos desenvolvedores. Utilizando MXML e XML, oferece uma construção rápida e facilitada do lay-out de GUIs. A interatividade com o usuário dá-se através do uso do ActionScript, o coração da linguagem Flash que se baseia na plataforma ECMAScript.”
Resumindo isso tudo, o flex veio para padronizar e fazer do mundo das RIAs um mundo melhor.