Dayvison Santos
Design, Internet e Comunicação
Design, Internet e Comunicação
jan 13th

Instalei o moodle, criei alguns cursos, não coloquei conteúdo, mudei o template e dei uma pesquisada e lida a respeito.
Dá pra ter alguma impressão? Claro!
Tô me esforçando pra ser um Joomleiro, Me dou muito bem com o Wordpress, e agora vou fazer um paralelo entre joomla e moodle, Porque?
O EAD (Ensino a Distância) vem crescendo muito no Brasil, e vai com certeza ser uma tendência em 2010, tenho um tio que é professor do CEFET na Bahia, e vou montar um projeto com ele e vamos estudar juntos esse ferramenta OpenSource de potencial estrondoso.
Mas o que é o Moodle?
Segundo Wikipedia:
Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment – Moodle é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o Learning Management System (Sistema de gestão da aprendizagem) em trabalho colaborativo baseado nesse programa. Em linguagem coloquial, o verbo to moodle descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo tempo.
Tomei conhecimento mais profundo lendo a revista TI Digital de Setembro que tem uma reportagem legal, dei uma esfriada, mas depois da conversa com meu tio veio novamente a tona as possibilidades que essa ferramenta pode proporcionar.
Como falei no começo são impressões iniciais, não vou me aprofundar muito, pois não conheço muito bem. Daqui a alguns dias escrevo mais, inclusive vou organizar umas idéias que estou tendo e ver se consigo juntar algumas pessoas para alguns projetos que tenho em mente.
Até mais ver e vamos trabalhar!
nov 24th

Utilizei o Joomla em um de meus trabalhos (MLD Advogados) e fiquei impressionado com as possibilidades desse CMS, resolvi escrever esse Post para ajudar a disseminar essa idéia e tirar algumas dúvidas sobre o mais popular CMS do mundo.
Joomla é um CMS (Content Management System) traduzindo sistema gerenciador de conteúdo. Um CMS serve para ajudar você a criar um site ou portal de forma rápida e eficiente e fazer uma tarefa mais simples administrar um site e gerar conteúdo sem ser um expert em internet.
As funções necessárias para fazer isso já estão prontas assim que é instalando o Joomla tais como login de usuários, criação , edição e publicação de conteúdo, publicação de banners. Além disso,ele pode ser complementado, através da instalação de módulos e componentes que servem para agregar funcionalidades (por exemplo, uma galeria de imagens).
“Então um CMS é um modelo de website já pronto?”
Podemos dizer que um CMS é um framework, “um esqueleto” de website/portal pré-programado, com recursos básicos e de manutenção e administração já prontamente disponíveis. É algo muito mais sofisticado do que um “modelo de website”, pois é um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdo web de forma dinâmica, através de uma interface de usuário via web, não um mero conjunto de páginas HTML estáticas. Obviamente a aparência de um website criado com um CMS é customizável, através da utilização de templates (estes sim “modelos visuais” de website), que podem ser facilmente substituídos.
Por outro lado, os ganhos em produtividade e custo são enormes e, para uma grande parte dos casos, tornam essas limitações preocupações secundárias. A maioria dos CMS populares estão disponíveis na forma de software livre o que praticamente elimina os custos com licença de uso e garantem o acesso ao código-fonte. A presença de comunidades online crescendo em volta desses sistemas faz com que a mão de obra disponível torne-se cada vez mais abundante.
Com certeza existem inúmeras necessidades específicas, padrões corporativos de segurança, investimento em outras tecnologias, operação em larguíssima escala, etc, que podem inviabilizar a adoção de um CMS opensource, mas para uma vasta gama de aplicações e usuários, a relação custo/benefício é bem clara.
Por que o Joomla?
Joomla é decididamente software livre e não há perspectiva de mudança com relação à isso (isto é, vai continuar disponível gratuitamente)
já existem vários módulos e componentes disponíveis, criados à partir da base herdada do Mambo
a popularidade do Joomla está crescendo rapidamente, logo, a sua comunidade
a equipe por trás do Joomla, composta por membros chave criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e está disposta a modernizar o software continuamente
é um dos CMS com mais recursos disponíveis e de fácil utilização
foi escrito com PHP e MySql, dois dos softwares opensource mais populares da Internet
O Joomla elimina totalmente a necessidade de usuários com conhecimento técnico?
A resposta é não. Para fazer a instalação, customização e manutenção do Joomla, algum conhecimento técnico será necessário. Mas a boa notícia é que esse conhecimento é adquirível por qualquer pessoa disposta a estudar o assunto. Em outras palavras, não é necessário entender nem aprender programação. Nem mesmo é necessário conhecer webdesign, pois templates podem ser comprados ou encomendados a alguém (além dos gratuitos).
Mas o mais importante é que para a criação de conteúdo não é necessário conhecimento técnico nenhum, somente algum treinamento na utilização do “frontend”. Assim, finalmente pessoas leigas em webdesign (que serão os autores, editores e publishers do Joomla) podem criar, editar e publicar artigos quando ELES desejarem e sem entender nada de HTML e linguagens de programação. Essa é uma possibilidade, que convenhamos, há muito foi prometida mas que somente agora está começando a ser cumprida graças aos content management systems. E à medida em que esses CMS evoluem e amadurecem, mais fácilmente isso irá acontecer.
Resumindo
Sistemas CMS como o Joomla permitem que um website ou portal razoavelmente complexo seja criado com uma rapidez e baixo custo impossíveis de serem obtidos através do desenvolvimento tradicional, partindo “do zero”. Adicionalmente, permitem que usuários leigos em webdesign possam contribuir com conteúdo diretamente sem precisar de intermediários.
Joomla?
Para terminar uma curiosidade: o nome Joomla vem do equivalente fonético da palavra Swahili “Jumla”, que significa “todos juntos” ou “como um todo”. Provavelmente tem significado semelhante ao famoso “gung ho” da segunda grande guerra.
Espero que tenham gostado e quaisquer dúvidas ou esclarecimentos podem deixar comentários ou então visitar o site.
(Texto editado do site www.joomla.com.br)
nov 13th
Vi esse Artigo no Blog do Ecommerce e achei muito interessante.
Código aberto – Selo Open Source Initiative
Atendendo a algumas solicitações que apareceram principalmente na série de artigos sobre lojas virtuais grátis, demos uma pesquisada e trixemos uma explicação bem completa sobre o que vem a ser open source, filosofia de criação para plataformas de e-commerce como a osCommerce e a Magento entre tantas outras. Como ninguém nasce sabendo e saber não ocupa espaço, ai vai.
O termo código aberto, ou open source em inglês, foi criado pela OSI (Open Source Initiative) e refere-se a software também conhecido por software livre. Genericamente trata-se de software que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation, inspiradas no projeto Debian, nomeadamente em “Debian Free Software Guidelines (DFSG)”. Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto (Open Source), a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua apresentação; Enquanto a FSF usa o termo “Software Livre” envolta de um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo “Código Aberto” sob um ponto de vista puramente técnico, evitando (propositadamente) questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI com o objetivo de apresentar o software livre a empresas de uma forma mais comercial evitando o discurso ético.
A história do movimento Open Source confunde-se com as origens do UNIX, da Internet e da cultura “hacker” embora não tenha nada a ver com más intenções, muito pelo contrário.
O rótulo “Open Source” surgiu em uma reunião em fevereiro de 1998. Tal debate juntou personalidades que se tornaram verdadeiras referências no que diz respeito ao Open Source, como Todd Anderson, Chris Peterson (Foresight Institute), Jon “Maddog” Hall e Larry Augustin (Linux International), Sam Ockman (Silicon Valley Linux User’s Group) e Eric Raymond. Uma turma bem descolada e todos eles geniais.
Como a diferença entre os movimentos “Software Livre” e “Código Aberto” está apenas na argumentação em prol dos mesmos softwares, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla “FLOSS” (Free/Libre and Open Source Software).
Os defensores do movimento Open Source sustentam que não se trata de algo anticapitalista ou anarquista, mas de uma alternativa ao modelo de negócio para a indústria de software. O modelo colaborativo de produção intelectual oferece um novo paradigma para o direito de autor. Algumas grandes empresas como IBM, HP, Intel e Dell também têm investido no software de código aberto, juntando esforços para a criação do Open Source Development Lab (OSDL), instituição destinada à criação de tecnologias de código aberto.
A definição do Open Source foi criada pela Open Source Iniciative (OSI) a partir do texto original da Debian Free Software Guidelines (DFSG) e determina que um programa de código aberto deve garantir:
Distribuição livre – A licença não deve restringir de nenhuma maneira a venda ou distribuição do programa gratuitamente, como componente de outro programa ou não.
Código fonte – O programa deve incluir seu código fonte e deve permitir a sua distribuição também na forma compilada. Se o programa não for distribuído com seu código fonte, deve haver algum meio de se obter o mesmo seja via rede ou com custo apenas de reprodução. O código deve ser legível e inteligível por qualquer programador.
Trabalhos Derivados – A licença deve permitir modificações e trabalhos derivados, e deve permitir que eles sejam distribuídos sobre os mesmos termos da licença original.
Integridade do autor do código fonte
A licença pode restringir o código fonte de ser distribuído em uma forma modificada apenas se a licença permitir a distribuição de arquivos patch (de atualização) com o código fonte para o propósito de modificar o programa no momento de sua construção. A licença deve explicitamente permitir a distribuição do programa construído a partir do código fonte modificado. Contudo, a licença pode ainda requerer que programas derivados tenham um nome ou número de versão diferentes do programa original.
Não discriminação contra pessoas ou grupos
A licença não pode ser discriminatória contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas.
Não discriminação contra áreas de atuação
A licença não deve restringir qualquer pessoa de usar o programa em um ramo específico de atuação. Por exemplo, ela não deve proibir que o programa seja usado em um empresa, ou de ser usado para pesquisa genética.
Distribuição da Licença
Os direitos associados ao programa devem ser aplicáveis para todos aqueles cujo o programa é redistribuído, sem a necessidade da execução de uma licença adicional para estas partes.
Licença não específica a um produto
Os direitos associados ao programa não devem depender que o programa seja parte de uma distribuição específica de programas. Se o programa é extraído desta distribuição e usado ou distribuído dentro dos termos da licença do programa, todas as partes para quem o programa é redistribuído devem ter os mesmos direitos que aqueles que são garantidos em conjunção com a distribuição de programas original.
Licença não restrinja outros programas
A licença não pode colocar restrições em outros programas que são distribuídos juntos com o programa licenciado. Isto é, a licença não pode especificar que todos os programas distribuídos na mesma mídia de armazenamento sejam programas de código aberto.
Licença neutra em relação a tecnologia
Atualmente muitas plataformas de e-commerce são desenvolvidas nesta filosofia. Clique aqui e conheça algumas.